terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sonhei...



Essa noite sonhei com Fafa ( uma amiga querida que contribuiu muito para o meu conhecimento espiritualista). No sonho ela ia embora trabalhar com mestres hindus. Eles usavam turbantes e vestes da cultura indiana. Trabalhavam para Ramatis- embora eu quase não conheça esse Mestre, foi o nome que veio na minha lembrança quando acordei.
No final do sonho recebi uma mensagem: visualizar uma limpeza na minha casa com água corrente lavando os cômodos. Assim o fiz.
Em seguida, movida pela curiosidade, pesquisei na internet no site do IPPB sobre Ramatis. me identifiquei muito com o que vi. Abaixo, segue o texto escrito por Wagner Borges.

RAMATÍS, UM MESTRE DA SÍNTESE ORIENTE-OCIDENTE

- Por Wagner Borges -



Ramatís é bastante conhecido nos meios espiritualistas brasileiros e dispensa maiores apresentações. É um dos principais artífices da fusão Oriente-Ocidente, aqui no Brasil. Seus livros contam entre os mais vendidos nas livrarias especializadas, com várias reedições de cada volume, e isso já há várias décadas.

Objetivando dar ao leitor maiores informações a respeito de Ramatís (1), vamos reproduzir as informações precisas de Hercílio Maes, principal médium que recebeu as mensagens de Ramatís, na abertura do livro "Mensagem do Astral":

"Ramatís viveu na Indo-China, no século X, e foi instrutor em um dos inumeráveis santuários iniciáticos da Índia. Era de inteligência fulgurante e desencarnou bastante moço. Espírito muito experimentado nas lides reencarnacionistas, já se havia distinguido no século IV, tendo participado do ciclo ariano, nos acontecimentos que inspiraram o famoso poema hindu ‘Ramaiana''.

Foi adepto da tradição de Rama, naquela época, cultuando os ensinamentos do ‘Reino de Osíris', o senhor da Luz, da inteligência e das coisas divinas. Mais tarde, no Espaço, filiou-se definitivamente a um grupo de trabalhadores espirituais, cuja insígnia, em linguagem ocidental, era conhecida sob a pitoresca denominação de ‘Templários das Cadeias do Amor'. Trata-se de um agrupamento quase desconhecido nas colônias invisíveis do Além, junto à região do Ocidente, onde se dedica a trabalhos profundamente ligados à psicologia oriental. Os que lêem as mensagens de Ramatís e estão familiarizados com o simbolismo do Oriente, bem sabem o que representa o nome ‘RAMATYS', ou ‘SWAMI SRI RAMATYS', como era conhecido nos santuários da época. É quase uma ‘chave', uma designação de hierarquia ou dinastia espiritual, que explica o emprego de certas expressões que transcendem às próprias formas objetivas.

Fomos informados de que após significativa assembléia de altas entidades, realizada no Espaço, no século findo (séc. 19), na região do Oriente, procedeu-se a fusão entre duas importantes ‘Fraternidades' que dali operam em favor dos habitantes da Terra.

Trata-se da ‘Fraternidade da Cruz', com certa ação no Ocidente, que divulga os ensinamentos de Jesus, e da ‘Fraternidade do Triângulo', ligada à tradição iniciática e espiritual do Oriente.

Após a memorável fusão dessas duas Fraternidades Brancas, consolidaram-se melhor as características psicológicas e o objetivo de seus trabalhadores espirituais, alterando-se a denominação para ‘Fraternidade da Cruz e do Triângulo'. Seus membros, no Espaço, usam vestes brancas, com cintos e emblemas de cor azul-clara esverdeada. Sobre o peito, trazem suspensa delicada corrente como que confeccionada em fina ourivesaria, na qual ostenta-se um triângulo de suave lilás luminoso, emoldurando uma cruz lirial. É o símbolo que exalça, na figura da cruz alabastrina, a obra sacrificial de Jesus e, na efígie do triângulo, a mística oriental.

Alguns videntes têm confundido Ramatís com seu fiel discípulo do passado, que o acompanha no Espaço, também hindu-chinês, conhecido por Fuh Planuh, e que aparece com o dorso nu, singelo turbante branco em torno da cabeça e, comumente, com os braços cruzados sobre o peito. É também um espírito jovem na figura humana, embora conserve reduzida barba de cor escura, que lhe dá um ar mais sisudo."


Tempos de luz para todos.

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